RODRIGUES KAUFFMAN
DUE DILIGENCE

Due diligence jurídica de ativos imobiliários.

Investigação do imóvel, das partes e da operação para identificar pendências, condicionantes, riscos residuais e ajustes antes do fechamento.

Qual é o ativo, o uso pretendido e a estrutura da aquisição?

A diligência não começa por uma lista idêntica de certidões. O uso pretendido, o valor, a estrutura e a tolerância a risco definem o escopo sobre matrícula, cadeia dominial, ocupação, contratos, licenças, débitos e contingências.

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Aquisição, alienação, garantia, locação ou desenvolvimento

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Características do ativo e criticidade para a empresa

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Estrutura das partes, cronograma e tolerância a risco

Achados que precisam chegar à decisão e ao contrato

As entregas variam conforme os documentos, a fase da questão, a posição representada e o escopo definido após a checagem de conflito.

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Lista de documentos e red flags por materialidade

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Relatório de riscos, condicionantes e possíveis mitigadores

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Suporte à negociação, contratos e fechamento

O que ajuda na primeira análise.

A lista é um ponto de partida. Preserve versões completas, datas, envelopes e comprovantes, mas aguarde a confirmação do canal antes de enviar material sensível.

Matrículas e títulos do ativo
Contratos, licenças e documentos de ocupação
Informações societárias e processuais pertinentes
Dados da operação, preço, cronograma e financiamento

Como o trabalho pode avançar.

A sequência se adapta ao documento, ao prazo, à negociação e às exigências do processo, do cartório ou do órgão envolvido.

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Delimitar o ativo e a operação

Definimos a estrutura, as partes, o uso pretendido, o cronograma e a importância do imóvel para o negócio.

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Examinar riscos e condicionantes

Classificamos pendências registrais, contratuais, possessórias e regulatórias pelo impacto sobre aquisição, implantação ou operação.

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Levar os achados ao contrato

Apoiamos negociação, garantias, condições de fechamento, regularização e atos posteriores previstos no escopo.

Perguntas frequentes

Toda diligência precisa examinar os mesmos documentos?

Não. O escopo deve ser calibrado pelo ativo, pelas partes, pela estrutura e pelo risco econômico, sem ignorar documentos essenciais.

Uma matrícula limpa elimina o risco?

Não. Ela é central, mas não necessariamente contém todas as informações relevantes sobre partes, ocupação, licenças, contratos ou regimes excepcionais.

O relatório substitui a negociação contratual?

Não. Os achados precisam ser traduzidos em decisão: ajuste de preço, condição, garantia, obrigação, exclusão ou até não prosseguimento.

Conte, em poucas linhas, o que aconteceu.

Informe sua posição, o imóvel envolvido, o documento recebido e a etapa atual. O escritório verifica o assunto e eventual conflito antes de solicitar documentos sensíveis.

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